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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

continuação

(...)
ainda é difícil enxergar
olhar além do que se vê
quem um dia irá saber, o horizonte, onde está?
Onde reside o desejo, o futuro da memória não vivida
o mar amante, o cortejo
ao sol, ao fim, ao começo (da vida).
Como rearranjar as pedras que nos levarão
ao monte que tanto se sonha,
se tudo está fora de ordem, se tudo parece se encontrar no vão.
Como fazer do presente caminho pro futuro desejado,
onde está esse tempo, assim, não conjugado
que não se vê, mas se quer
que não se apalpa, mas se sonha
seremos nós eternos amantes
do desejo de outrora?